Brasil já tem mais de dez stablecoins ligadas ao Real brasileiro

13-May-2026 Livecoins
Notas de Real brasileiro em destaque Brasil já tem mais de dez stablecoins ligadas ao Real brasileiro

O mercado brasileiro de criptomoedas registra um volume superior a US$ 140 milhões em tokens atrelados ao Real brasileiro (BRL), em diferentes redes como Solana, Celo e mais. O cenário consolida o país como um dos polos de maior volume financeiro para este nicho no espaço global.

Um relatório da Fintrender, cujo autor é o autor Gustavo Cunha, mapeou mais de dez emissões ativas de stablecoins com paridade na moeda local do Brasil. O ecossistema ganha tração com a divisão estrutural entre os projetos de acesso aberto e as opções de uso interno, destaca o estudo.

Desta forma, a primeira categoria atende os compradores do varejo através das plataformas de negociação com foco em autocustódia. A segunda classificação concentra os fluxos corporativos em ambientes institucionais com demandas exclusivas de infraestrutura operacional.

Criptomoedas atreladas ao real ganham espaço no varejo

O segmento de acesso livre conta com seis criptoativos disponíveis para os consumidores nas corretoras no mês de maio. Este grupo soma um suprimento aproximado de US$ 44 milhões com emissões distribuídas por várias blockchains comerciais.

O projeto BRLA lidera o mercado focado no consumidor comum com quantia superior a US$ 16 milhões em circulação contabilizada. Por sua vez, o token BRZ ocupa a segunda posição com US$ 15 milhões distribuídos em mais de dez redes compatíveis.

A moeda BRL1 surge na terceira colocação da lista pública com a marca superior a US$ 1 milhão emitidos. Os projetos CREAL, BRLM e VRL completam o catálogo de alternativas acessíveis em fase de tração de adoção.

Consolidação de dados e opções com tecnologia blockchain

A elaboração da pesquisa encontrou barreiras na busca por informações em um ambiente com alto nível de distribuição descentralizada. O estudo esbarrou na ausência de comprovação de reservas de parte dos emissores durante a análise dos números consolidados.

Redes como Polygon, Celo e XRP Ledger hospedam a esmagadora maioria dos ativos voltados para o público geral. As opções de uso corporativo rodam em tecnologia blockchain para aprimorar as operações financeiras em redes de permissão controlada.

Tais criptomoedas fechadas fornecem a base de liquidação para a tokenização de créditos privados e de outros bens físicos. O mercado nacional já conta com pelo menos cinco emissões deste tipo com grandes volumes movimentados entre grandes empresas.

Regras federais esclarecem proibições e definem limites

O Banco Central do Brasil (BCB) estabeleceu novos parâmetros para a operação dos provedores no mês de fevereiro. Uma resolução estipulou regras de capitalização e definiu critérios para as companhias prestadoras de serviços de suporte ao setor.

O órgão federal emitiu um texto em abril para restringir certas ferramentas em remessas internacionais de recursos financeiros. A norma impede o uso das criptomoedas como meios de liquidação nos modelos de câmbio com formato eletrônico.

A determinação em momento algum proíbe o uso destes tokens no território nacional para o investidor de varejo. Indivíduos e companhias continuam livres para comprar ou transferir as moedas com amparo das instituições prestadoras de serviços cadastradas (PSAV).

Fonte: Brasil já tem mais de dez stablecoins ligadas ao Real brasileiro

Veja mais notícias sobre Bitcoin. Siga o Livecoins no Facebook, Twitter, Instagram e YouTube.

Also read: DOGE Daily Descending Channel Breakout Puts Bulls In Control Above Key Targets
About Author Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Nunc fermentum lectus eget interdum varius. Curabitur ut nibh vel velit cursus molestie. Cras sed sagittis erat. Nullam id ante hendrerit, lobortis justo ac, fermentum neque. Mauris egestas maximus tortor. Nunc non neque a quam sollicitudin facilisis. Maecenas posuere turpis arcu, vel tempor ipsum tincidunt ut.
WHAT'S YOUR OPINION?
Related News